Uso dos números romanos
(Manual de Redação do Estadão
)
Atualmente, os números romanos estão em desuso, inclusive nos
relógios não digitais. As escolas não ensinam mais a sua
leitura, pois no mundo informatizado não há espaço para
eles.
O Manual do Estadão recomenda que se usem os romanos apenas em nomes
de reis, papas e nas transcrições de leis: "Parágrafo
4.º -IV – a inelegibilidade de que trata esse parágrafo...".
Nos demais casos, como séculos, capítulos, guerras, governos,
planos, projetos, usinas, naves espaciais, zonas, distritos, regiões,
festas, feiras, congressos, conferências, simpósios, competições
esportivas, usar algarismos arábicos mesmo.
As regras usuais na numeração romana usual foram:
1. Os símbolos básicos: I (um), X (dez), C (cem), M (mil), com
os valores intermédios V (cinco), L (cinqüenta) e D (quinhentos).
Valores acima de mil são representados por traços horizontais
em cima das letras. Veja exemplo no quadro abaixo.
2. Os símbolos não são repetidos mais do que três
vezes. De 1 a 5: I, II, III, IV. De dez a 50: X, XX, XXX, XL. De 100 a 500:
C, CC, CCC, CD. Assim por diante.
Veja alguns números: I – 1, II – 2, III – 3, IV –
4, V – 5, VI – 6, VII – 7, VIII – 8, IX – 9, X
– 10, XI – 11, XIX – 19, XX – 20, XXX – 30, XL
– 40, L – 50, LX – 60, XC – 90, C – 100, CC –
200, CD – 400, D – 500.